Sobre: andréa bardawil campos
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- Eu, sou andréa bardawil, 38, sou inquieta, mas a permanência, pra mim, é condição a ser cultivada, como resistência, talvez, ao estado de urgência de todas as coisas. Habito um lugar chamado Alpendre – Casa de Arte, Pesquisa e Produção, em Fortaleza, desde 1999, apesar de transitar por outros territórios. Em 18 anos de trabalho com a Cia da Arte Andanças, experimentei diferentes fases, na pesquisa coreográfica: optei por trabalhar especialmente com atores, num dado momento, investindo a busca por um corpo dilatado; voltei às técnicas de dança e à educação somática, interessada no alargamento das possibilidades sensoriais; no espaço do Alpendre (Fortaleza) encontrei afinidades e vertigens no contágio com outras linguagens, sobretudo o vídeo e as artes visuais. Exercito algumas funções: sou professora (dança contemporânea e composição coreográfica), coordeno a Bienal Internacional de Dança do Ceará e o Curso Técnico em Dança. Com a Cia, alguns editais (Klauss Vianna, Incentivo às artes, EnCena Brasil). Atualmente, somos Cia apoiada pela Prefeitura de Fortaleza. Já RUMEI por aqui, no primeiro Rumos Dança, e ganhei a Bolsa Vitae de Artes em 2000, com o projeto de pesquisa O Tempo da Delicadeza. Outros: Os Tempos (2008), O Tempo da Paixão ou O Desejo é um Lago Azul (2005), Vagarezas e Súbitos Chegares (2000).



